Post mais importante e profundo que jamais farei de novo

•Fevereiro 21, 2008 • 7 Comentários

O que leva você a acordar toda manhã?
Pense sobre isso um pouco…


Pronto, me responda. Você não sabe, não é, sua coisa imprestável? Sabe por que você não sabe? Porque você é um merda, só por isso.
-Caralho, esse cara acabou de começar essa bosta de blog e todo dia ele me xinga de alguma coisa!
É isso mesmo, te xingarei todos os dias até sua porra de cabeça começar a raciocinar alguma coisa além do show do final de semana e que roupa magnífica, espalhafatosa e caríssima uso amanhã naquela coisa que vou só para aparecer chamada faculdade.
Agora pararei de falar com você, pois a distância virtual me impede de te dar um sopapo, e isso me deixa fulo.
Voltando ao assunto de acordar e tal, sabe o que me leva a acordar todo dia? Não é a falta de sono – alguns engraçadinhos pensaram nisso que eu tô ligado -, não é a faculdade, as responsabilidades, as oportunidades. Nada dessa besteira lugar-comum e/ou rotineira que tendem a nos abobalhar. É a porra da incerteza.
Transmute sua mente na minha por um momento. Se seu cérebro já leu um livro ou dois acho q ele suporta a mudança de sistema. Pronto? Vamos lá.
São seis e alguma coisa da manhã, Grego acorda, olha pro celular e pensa “Falto ou não, velho?”.
- Grego, sabe quem está falando com você agora?
- Pelos Deuses!, seria cthulhu, a abominável divindade extraplanar que controla os deuses e o mundo com cordões de puro caos e indiferença?
- Não, seu merda viajandão, é a porra da indiferença, deixa de viadagem e levanta logo.
Há! Há!

Lições de Spider Jerusalem sobre jornalismo, essa coisa ingrata com a qual pretendo um dia me torturar

•Fevereiro 20, 2008 • 3 Comentários
esse é o Spider Jerusalem (assim mesmo, sem acento – mas por quê? – porquê eu gosto)

Agora que já foram apresentados, dividirei com alguém que venha a ler este blog algumas lições de Jornalismo que aprendi com o Spider – acho que tem mais, qualquer coisa depois posto.

Lição number one:

 

Alguém na platéia não concorda com isso? Bem, se não concorda comente, porque eu – o criador deste diarinho virtual – concorda, e é isso que me importa. Sempre fui um cara prático, que acredita que zumbis dominarão a Terra, ou seja, você tem que estar preparado para fazer o que faz com pouco, com o necessário. Minha pessoa acredita que e isso que o demente do Spider queria dizer. Que está bastante óbvio e desnecessitava completamente de meu comentário.

Lição number two:

Velho, todos sabem que técnica é importante, que acadêmicos morreram para construir toda a teoria e modo de agir do seu curso e blá, blá… blá. Lembrem, pequenos marimbondos, seus professores mais legais são você e o mundo – a ordem varia de cliente para cliente – e os profissionais mais fuderosos, incríveis e irremediavelmente fodões são os autodidatas – Pelos Deuses!, como queria ser um deles.

Lição number three:

Essa é fácil, quem é bom é bom, exclamação. O bom jornalista não lembra das aulas da professorinha Betânia bigode-de-gato Maria no meio de um tiroteio em uma daquelas superlotadas bolsas de valores para poder sobreviver e ainda cobrir *a causa de tudo. Ele segue é a porra do instinto, da rapidez de reação e das lições realmente importantes que juntou no período de curso. Ou não.

*a causa de tudo foi um sanduíche de atum que caiu e fez um barulho parecido com um rato morrendo e fazendo um barulho parecido com o de uma manada de formigas sino-finlandesas assassinas.

Lição number four:

Simples: se fôssemos comparar um bom jornalista com um herói, você seria o justiceiro. Porra, que legal, agora me formo.

Essas são as primeiras lições se achar mais pela hq, eu posto aqui. Lições de vida e outras coisas toscas também.

Vou começar estraçalhando alguém…

•Fevereiro 19, 2008 • 4 Comentários

Recadinho para os estúpidos e preconceituosos:

   Você já sentiu algo parecido com uma pata imunda, algo tão sujo que está categorizado entre a fossa de um grupo de leprosos com disenteria, e o vômito acumulado na privada do mais fudido pub irlandês apertar seu cérebro até que ele vaze entre seus dedos? Agora imagine que depois disso algo fungoso e apodrecido começa a empurrar pancada como a porra do Balboa depois de uma seringa de heroína e uma fumada de crack. Até a pobre massa cinzenta e avermelhada começar a mijar neurônios e pedir por mamãe?
   Eu já.
Você, criatura dormente e não reflexiva, você – seu verme abestalhado comedor do lixo sem graça do lugar-comum. Isso mesmo seu merda, você. Será que já sentiu brisas letradas em expansão geométrica inflarem sua podre e inutilizável – a já citada geleca cinzenta – a novas dimensões maravilhosas e assustadoras? Como se você agora pertencesse a uma raça hiperevoluída de seres trangênicos cibernéticos extraplanares e começasse a finalmente entender alguma merda de alguma coisa?
   Eu já de novo.
   Leia quadrinhos seu demente. Permita que o velho bastardo chute suas entranhas cranianas com a mais podre, distorcida, surreal e violenta realidade.
Leia quadrinhos seu anestesiado. Escancare a portinhola enferrujada de sua mente para a sabedoria do último homem.
Deixe-se levar pelos quadrinhos e, sob a tutela do titio Warren e do titio Vaughan, talvez você se torne um ser que valha a pena levar uma cuspida.

   P.S.: claro, seus inúteis, não se prendam apenas nos dois. Existem muitos gênios dos quadrinhos por aí e você vai achar sozinho. Seu merda.

Primeiro post do novo blog (mas o outro também só teve o primeiro)

•Fevereiro 19, 2008 • Deixe um comentário

Olha aí o antigo primeiro post. Feio né?

Esse será só o primeiro?

É, tenho que começar assim, porque tenho que me lembrar constantemente que sou um dos seres mais sedentários que apareceram por estas bandas… porra, já cheguei a extremos de ficar com preguiça de usar o controle… o controle!

Mas, esquecendo de mim por um certo período de tempo indeterminado, vou explicar o título do blog para os leigos retardados que não sabem o que é literatura. Certo dia lindo e reflexivo, um feio rapazola decidiu escrever um livro. Este feio jovem na tenra idade decidiu chamá-lo de “A insustentável leveza do ser”. Era 1983 e alguma coisa devia estar acontecendo no mundo*.

Well, este feio rapaz estar na época com seus calculados 54 anos, e ele falou muita coisa nesse dito exemplo de literatura. Muita coisa boa, deixe-me exaltar, please. Como não tenho saco para resenhar o livro no meu prior post… E depois, suas pessoas viciadas na maquininha que é o computador, levantem suas bundas quadradas e se dirijam à livraria mais aproximada e leiam o livro.

Toda essa conversa fiada eu-quero-mostrar-que-sei-escrever-ao-menos-decentemente-pra-poder-ter-um-blog-que-preste era para dizer uma frase: Einmal ist keinmal.

- Oh, grande bosta, o que essas palavras estranhas que se lêem latindo querem dizer?

“Uma vez é nunca, Uma vez é pouco, Uma vez é nada”.

*1983 – Veja o que aconteceu neste ano… seu preguiçoso…